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17.01.16 - "Um Dia Será Diferente" no Cinema S. Jorge 

Assisti hoje no cinema S. Jorge em Lisboa à peça "Um Dia Será Diferente". 
E o que vi foi um talentoso grupo de jovens actores (João Maneira, Joana Aires, João Pires, Inês Realista e Inês Monstro) a interpretarem um inteligente texto numa encenação notável de Rute Cruz.. 
Obrigado. Foi um privilégio ter podido participar.



 

11.01.16 - David Bowie (1947 - 2016) 

É dificil encontrar no panorama da música popular mundial algum artista mais versátil ou inovador. Criou tendencias, rompeu regras, combateu preconceitos e aparentemente foi sempre livre. 
Lembro-me de o ter ouvido pela primeira vez quando tinha 10 anos num fantástico "single" que o meu irmão colocou no "gira discos" lá do quarto. 
"I'm floating around my tin can 
Far above the Moon 
Planet Earth is blue 
And there's nothing I can do." 
Fiquei, desde então, grande admirador do "camaleão do rock". 
Até sempre.





 

29.06.15 - Chris Squire (1948 - 2015) 

"Fragile", "Close To The Edge", "Tales from Topographic Oceans" ou "Relayer" são obras maiores do rock sinfónico.
Associado a estes álbuns está o característico baixo de Chris Squire um musico enorme que desde muito cedo aprendi a admirar.
Hoje, aos 67 anos, deixou-nos e eu fiquei com uma enorme vontade de voltar a ouvir "And you And I" em vinil.





 

05.04.15 - Music removed 

At my request, all my previous works to 2015 are no longer available on digital stores.
Please note that they will only be available here.

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Todos os meus trabalhos anteriores a 2015 foram, a meu pedido, removidos de todas as lojas digitais.
Passarão a estar disponíveis apenas POR TEMPO LIMITADO
aqui.





 

04.04.15 - A "Maquette" de 1986 

Numa pausa entre músicas aqui no estúdio deu-me hoje para abrir a arca onde guardo composições que escrevi há muitas luas atrás. Entre muitas cassetes, notas, pautas, etc encontrei e uma bobine com a "Maquette", um conjunto de 10 composições, que em 1986 entreguei ao Tozé Brito, nessa altura A & R da Polygram.
Nas 2 ou 3 reuniões que tive na sede daquela editora discográfica (agora BMG) foi-me dito que "o projeto tinha pernas para andar". Que iriam lançar um "single". Possivelmente até mesmo um LP.
Mas atenção: tudo dependeria do "budget"...
Pois bem, fosse por causa do "budget" (que, dizia-se, poderia ter ficado "curto" após a aposta da editora na promoção e no lançamento da Mafalda Veiga) ou fosse porque a música pura e simplesmente não prestava, o certo é que o projeto acabou mesmo por não avançar.
E isso é algo que ainda hoje agradeço profundamente aos deuses, ao destino e ao autor do "Dai Li Dou".
Apesar de aos 24 anos a minha auto-estima ter sofrido um rude golpe, a verdade é que, reconheço-o, lançar um trabalho daquele tipo teria sido totalmente contra-natura já que não representava minimamente o que era a minha música. Nem por sombras.
Mas esta "relíquia" composta por 1 instrumental e 9 canções tem um lado fantástico: teve a colaboração de 3 nomes incontornáveis da nossa música: Jorge Palma, Sérgio Godinho e Luís Cília. O Jorge Palma e o Sérgio Godinho escreveram duas belíssimas letras para outras tantas músicas minhas e o Luis Cilia amavelmente disponibilizou o seu estudio para a gravação.

Aproveito, por isso, para deixar aos 3 um sentido agradecimento publico.





 
© 2006-2016 Nuno Lupi